SCI, Posto Principal e PACI da Região Sudeste

SCI da Base de Aviação de Taubaté

A Aviação do Exército foi formalmente recriada em 03 de setembro de 1986 e estruturada em 1989. Dentro da área de salvamento e combate a incêndio em aeródromos, foi utilizada a legislação do Sistema Contraincêndio da Aeronáutica para estabelecer as primeiras atividades de prevenção, salvamento e combate a incêndio no âmbito do Comando de Aviação, incluindo a construção das instalações da Seção Contraincêndio, vinculada ao Pelotão de Apoio ao Voo da Companhia de Comando, do então, 1º BAvEx, que foi a Organização Militar precursora.

SCI do Aeroporto Internacional de Confins/MG

A Infraero construiu o Aeroporto Internacional de Confins para desafogar o Aeroporto da Pampulha que, além de saturado, sofria com constantes fechamentos e inundações.

Ele foi inaugurado em março de 1984 e, inicialmente, o Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio (SESCINC) foi realizado pelos bombeiros do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. Em 1990, os bombeiros militares foram substituídos por bombeiros civis orgânicos, funcionários da própria Infraero. Eles ficaram até novembro de 2013, quando o aeroporto foi privatizado, passando a ser operado pela BH-Airport. Nessa ocasião, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais reassumiu o SESCINC. Porém, no final do ano de 2016, a BH Airport encerrou o convênio com os bombeiros militares e terceirizou o Serviço de Bombeiros do aeroporto.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto_Internacional_de_Belo_Horizonte-Confins

Colaboração: Sr. Israel Soares Barbosa.

SCI do Aeródromo da Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR)

A Escola de Especialistas de Aeronáutica em Guaratinguetá, conhecida como o “Berço dos Especialistas”, é o maior complexo de ensino técnico militar da América do Sul e tem por finalidade a formação e o aperfeiçoamento de graduados da Aeronáutica.

Ela foi instalada nas terras da antiga Escola Prática de Agricultura e Pecuária, doadas ao Ministério da Aeronáutica em 5 de maio de 1950, reunindo toda a infraestrutura existente na Escola de Especialistas de Aeronáutica, que estava sediada na Ponta do Galeão (Ilha do Governador/RJ) e na Escola Técnica de Aviação (ETAv), sediada na cidade de São Paulo.

A primeira SCI do aeródromo de Guaratinguetá ocupava uma parte de um dos hangares da APA (apoio Aéreo), que posteriormente passou a ser chamar DAA (Divisão de Apoio Aéreo).

E a partir de 1974, com a introdução da formação técnica de Bombeiro de Aeródromo na EEAR, a SCI, além de realizar a proteção do aeródromo, também passou a dar apoio à formação dos alunos especialistas.

Com a evolução do Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio no Brasil, as instalações existentes no hangar ficaram muito defasadas em relação à legislação em vigor. Assim, em 1996, com assessoria do SGT Bombeiro Marco Antonio de Castro Toledo, o Comandante do Pelotão Contra Incêndio, por intermédio do Comandante da EEAR, solicitou à DIRENG a construção de uma nova SCI.

Em 1999 a DIRENG iniciou a construção da nova SCI, mais adequada às necessidades da época, sendo inaugurada em 2000.

O distintivo da SCI criado pelo SGT Bombeiro Paulo Nishizawa em 1998, foi desenhado pelo Suboficial Bombeiro João Henrique de S. R. Figueiredo, em 2007, na parte frontal da SCI e os Soldados Bombeiro Ivanilson Antônio de Freitas e Luiz Rodrigo de Araújo Fernandes executaram a pintura.

Entretanto, alguns anos mais tarde, a SCI foi reformada e recebeu uma nova pintura que cobriu o distintivo, que não foi refeito.

Em 2012, após ter sido equivocadamente extinta em 1993, a especialidade de bombeiro de aeródromo foi reativada na EEAR. Nesta ocasião, o Grupo de Trabalho (GT) responsável pela reativação, dentre outros fatores, apontou a necessidade da construção de um Centro de Treinamento (CT) em conformidade com a legislação da ANAC, provido de aeronaves para execução de atividades de salvamento, destinado à atender as necessidade de treinamento dos alunos e da SCI da EEAR, bem como dos SESCINC da região.

A área de fogo e a casa de fumaça ficaram prontas em 2014. Posteriormente, em 2022, a DIRINFRA (Diretoria de Infraestrutura de Aeronáutica), antiga DIRENG, por intermédio do Cap Bombeiro Márcio Mauro do Amaral, concretizou as outras necessidades apontadas pelo GT, trazendo para o CT, 2 aviões e 01 helicóptero para treinamento.

Fonte: https://www2.fab.mil.br/eear/index.php/historico-da-eear

SCI da Academia da Força Aérea (AFA)

Em 17 de outubro de 1960, foi inaugurado o Destacamento Precursor da Escola de Aeronáutica (DPEAer), na cidade de Pirassununga, no interior de São Paulo. O Objetivo era construir nesse Destacamento, a infraestrutura necessária para receber a Escola de Aeronáutica, que até então, estava sediada no Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro. Em 1969, a Escola de Aeronáutica foi rebatizada como Academia da Força Aérea (AFA) e, em 1971, foi transferida em definitivo para o interior paulista. A Academia é conhecida como “O Ninho das Águias” pelo fato de todos os pilotos da Força Aérea Brasileira ser formados nessa Instituição.

Na foto acima, à direita da foto estão as instalações da antiga SCI, construída no início da década de 70. Atualmente funciona como boxes de estacionamento de parte da frota de viaturas do SESCINC e estoque de materiais.

Ao centro, e ao fundo por trás das árvores, está a edificação do antigo Corpo de Cadetes da Aeronáutica que alojou as turmas de 4º ano até meados de 1972, quando os cadetes ocuparam suas novas instalações. A partir daí, essa edificação funcionou como alojamento da SCI até a 2002, quando foi construída a nova SCI. Então, ela passou a ser utilizada de diversas formas pelos bombeiros.

À esquerda, está a nova SCI, construída em 2002 e ampliada em 2004.

Fotos da SCI Antiga:

Fotos da SCI Nova:

Fonte: https://www2.fab.mil.br/afa/index.php/sobre-a-afa

Postos Avançados de Contra Incêndio (PACI) da Academia da Força Aérea Brasileira (AFA)

Historicamente a AFA teve 2 Postos Avançados (PACI). Um desses Postos, que existe até hoje, fica localizado em frente à Torre de Controle da pista do Setor Echo, onde voam os cadetes do 1º e 2º ano. Inicialmente possuía uma infraestrutura bem simples. Mas, com o passar do tempo, ele foi estruturado de acordo com a legislação, permitindo condições básicas de trabalho para os bombeiros desempenharem suas atividades.

PACI do Setor Echo

O outro Posto ficava localizado no Setor Whiskey, junto à antiga Torre de Controle e não possuía infraestrutura alguma. Apenas um banco de madeira onde os 06 bombeiros da única viatura que equipava esse posto ficavam sentados. Curiosamente, o local do banco era constantemente mudado em função da posição do sol. Entretanto, não havia posição que os protegessem da chuva, pois a cabine da viatura não comportava os 06 bombeiros. Aqueles que não cabiam na cabine, iam pendurados no lado de fora da viatura.

PACI do Setor Whiskey

Em função da precariedade desse Posto, a cada plantão as equipes de bombeiros faziam revezamento entre o Posto Principal (na época chamado de garagem ou Posto 01), Posto do Setor Echo (chamado de Posto 2) e o Posto do Setor Whiskey (chamado de Posto 3).

Segundo o SGT Pinheiro, que pertenceu ao efetivo do Pelotão Contra Incêndio (PCI) da AFA, o PACI do Setor Whiskey foi desativado em 1994 ou 1995, quando o então Cap. Anderson Rocha de Brito (Cap. A. Rocha), ao constatar a precariedade do Posto, sensibilizou-se e efetuou gestões junto ao Comando do PCI, ao Comando da AFA e à DIRENG (órgão Central do Sistema Contra Incêndio da época) para resolver a situação. E ao se constatar que a viaturas, partindo do Posto Principal, atendiam ao Tempo-Resposta para o pátio e para a pista do Setor Whiskey, o PACI foi desativado, passando a viatura e sua equipagem a integrar o Posto Principal. Por segurança, foi estabelecido no Plano Contra Incêndio que, para fazer o serviço que era prestado pelos bombeiros que ficavam no Posto desativado, seria mantido nas instalações do pátio, um Bombeiro provido de aparelho extintor para fazer a prevenção da partida dos motores das aeronaves pequenas. E quando fosse uma aeronave de maior porte, seria deslocada do Posto Principal para fazer a prevenção, a viatura que ficava no Posto desativado.

Colaboração: Bombeiros Veteranos Sérgio Luiz Pinheiro e José Carlos Tereziano de Oliveira.

SCI do Aeroporto Internacional de Cabo Frio/RJ

Em dezembro de 1998, é inaugurado o Aeroporto Municipal de Cabo Frio, construído pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro em parceria com o Comando da Aeronáutica, por intermédio do Programa Federal de Auxílio aos Aeroportos – PROFAA. Ele foi administrado pela Prefeitura Municipal de Cabo Frio até 1ª de junho de 2001, quando a empresa Costa do Sol Operadora Aeroportuária S.A ganhou a concessão para administrar o aeroporto, habilitando-o para voos internacionais. Entretanto, a responsabilidade pela implantação do Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio (SESCINC) ficou a cargo da Prefeitura.

O Aeroporto Internacional de Cabo Frio é o maior aeroporto do interior do Estado do Rio de Janeiro, atendendo às cidades da Região dos Lagos.  Ele é o quinto maior do país em transporte de cargas atendendo a indústria de petróleo da região, as plataformas das Bacias de Campos e de Santos, bem como os Polos Logísticos do Estado do Rio de Janeiro e proximidades.

O seu Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio foi iniciado em 2003, quando a DIRENG, solicitada pela Prefeitura, formou uma Brigada Especial de Combate a Incêndio em Aeródromos (BECA), que atuava de modo freelancer somente nos horários de voo.

Em 2004 foi efetivada a primeira turma de Bombeiros de Aeródromo contratados pela Prefeitura por intermédio da Guarda Municipal. Em 2007 foi formada mais uma turma.

E a partir de 2009, o Serviço de Bombeiros no Aeroporto passou a ser terceirizado. Inicialmente, a Costa do Sol ficou responsável pela terceirização até que a Prefeitura realizasse as providências necessárias para assumir. Assim, após 2 meses, a terceirização do serviço de bombeiros ficou por conta da Prefeitura. Por fim, em 2013, a Costa do Sol reassumiu a responsabilidade pela privatização do SESCINC.

Colaboração: Aline Simas.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto_Internacional_de_Cabo_Frio

SCI do Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP) / Aeroporto Campo de Marte

O Aeroporto Campo de Marte foi o primeiro aeroporto da cidade de São Paulo. Suas atividades foram iniciadas em 1920, quando foi construída a primeira pista para pousos e decolagens bem como um hangar da Força Pública. Em 1939 foi instalado o Parque Regional do Exército que, em 1941, com a criação do Ministério da Aeronáutica, passou a se chamar Parque de Aeronáutica de São Paulo, atual Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP).

Em 1979 o aeroporto passou a ser administrado pela Infraero. Em agosto de 2022, a empresa Pax Aeroportos, subsidiária da XP Investimentos, ganhou a licitação para administrar o aeroporto, iniciando sua gestão em agosto de 2023.

Atualmente (2023) o aeroporto não opera linhas comerciais regulares, predominando apenas a operação da aviação geral, executiva e táxi aéreo, possuindo a maior frota de helicópteros do Brasil. Ele sedia o Aeroclube de São Paulo, Empresas Aeronáuticas, o Serviço Aerotático da Polícia Civil, o Grupamento de Rádio Patrulha Aérea da Polícia Militar e Organizações Militares da Força Aérea Brasileira.

As fotos abaixo são da SCI instalada no PAMA-SP, cuja atividade era realizada por Bombeiros da FAB atendendo o Aeroporto Campo de Marte, por ser um aeroporto compartilhado.

Em 2004, a Infraero inaugura uma nova SCI na área do Aeroporto Campo de Marte, provida de instalações maiores e mais adequadas à abrigar todos os recursos necessários à atividade de salvamento e combate a incêndio no aeroporto. Abaixo estão as fotos dessa SCI. Os Bombeiros da FAB trabalharam nela até 31 de dezembro de 2013 e, em 2014, a atividade passou a ser desempenhada por Bombeiros Orgânicos da Infraero. Com a privatização, a Pax Aeroportos terceirizou o serviço em agosto de 2023, que passou a ser executado por empresa privada.

Fontes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto_Campo_de_Marte

https://aviacaobrasil.com.br/aeroporto-de-sao-paulocampo-de-marte/

SCI da Base Aérea de Santos (BAST)

A Base Aérea de Santos é uma unidade da Força Aérea Brasileira localizada no distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá. O lançamento da pedra fundamental da Base aconteceu no dia 22 de outubro de 1922, no Sítio Conceiçãozinha. Posteriormente foi necessária a mudança do local para o bairro de Bocaina, também em Vicente de Carvalho, onde, em 1925, foi iniciada a construção da Base de Aviação Naval de Santos. O nome veio do fato de que àquela época Vicente de Carvalho pertencia a Santos. O objetivo principal do funcionamento dessa unidade era a guarda do porto de Santos e o patrulhamento aéreo do litoral. Em 20 de janeiro de 1941, essa Base de Aviação Naval passou a ser subordinada ao recém-criado Ministério da Aeronáutica e sua denominação foi alterada para Base Aérea de Santos (BAST).

O Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio (SESCINC) na BAST é realizado pelos Bombeiros de Aeródromo da Força Aérea Brasileira.

Fonte:

http://www.fundasantos.org.br/news.php?extend.790.10

SCI da Base Aérea de Santa Cruz (BASC)

Acima temos fotos da primeira SCI da Base Aérea de Santa Cruz (BASC) e abaixo, fotos da nova, inaugurada em 2008.

A Base Aérea de Santa Cruz (BASC) foi criada em 21 de agosto de 1944. Ela está situada no bairro de Santa Cruz, na região oeste do município do Rio de Janeiro, nas terras da antiga Fazenda de Santa Cruz, onde o rei de Portugal, D. João VI, e o imperador do Brasil, D. Pedro I viveram grande parte de suas vidas.

Nessa Fazenda, foi construído o famoso Hangar do Zeppelin, inaugurado a 26 de dezembro de 1936, na presença do presidente do Brasil, Getúlio Dornelles Vargas e do embaixador da Alemanha, Schmidt Elskop. Com isso, ficou estabelecido o primeiro aeródromo dedicado à operação de dirigíveis na América do Sul, que recebeu o nome de Aeroporto Bartolomeu de Gusmão.

Com 270m de comprimento, 50m de largura, 53,58m de altura e pé direito de 35m, O hangar tinha capacidade para abrigar 2 Zeppelins da empresa “Luftschiffbau Zeppelin Gmbh.” que operavam uma linha aérea ligando a Alemanha ao Brasil. Como medida de segurança, todas as instalações elétricas do hangar eram seladas, para impedir a ocorrência de incêndio, caso ocorresse vazamento de hidrogênio, gás altamente volátil que era usado nos dirigíveis.

Atualmente o Hangar do Zeppelin está perfeitamente conservado e em uso na BASC, abrigando aeronaves militares de asas fixas, e ele foi tombado como patrimônio histórico nacional em 14 de março de 1999.

SCI do Aeroporto Internacional de Viracopos – Campinas/SP

O Aeroporto Internacional de Viracopos, localizado no município de Campinas, no Estado de São Paulo, foi fundado na década de 1930, mas homologado oficialmente apenas em 1960. Sua pista foi construída à base de enxadas e picaretas. Durante a Revolução de 1932, os paulistas usaram o local como campo de operações aéreas.

Depois de um longo período de inatividade, em 1946, o Governo do Estado de São Paulo realizou trabalhos de limpeza e terraplanagem da pista, cuja extensão passou para 1.500 metros, ocasião em que o campo de pouso começou a ganhar forma, principalmente com a construção do primeiro hangar em 1948 e a estação de passageiros em 1950.

Em 1957, teve início um profundo trabalho de construção, ampliação da pista (2.700 m x 45 m) e instalação de todos os equipamentos necessários para um aeroporto internacional. E em 19 de outubro de 1960, através da Portaria Ministerial n.º 756, Viracopos foi elevado à categoria de Aeroporto Internacional e homologado para aeronaves a jato, passando a receber o movimento de voos internacionais de São Paulo até a inauguração do aeroporto de Guarulhos (1985).

As fotos abaixo são da primeira Seção Contraincêndio (SCI) do Aeroporto de Viracopos, cuja atividade de salvamento e combate a incêndio era realizada por bombeiros do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo (CBPMESP).

Em 1978, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO) passou a administrar o Terminal de Cargas do aeroporto e, em 1980, a empresa estatal recebeu do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (DAESP) a administração geral de Viracopos, passando a geri-lo a partir de 1981.

Em 17 de dezembro de 1993, a INFREAERO finalizou a construção da nova SCI e, logo em seguida, em 1994, os bombeiros do CBPMESP passaram a desenvolver suas atividades nessa nova instalação.

A nova Torre de Controle do Aeroporto Viracopos foi entregue em dezembro de 2000. Até a conclusão das obras, uma torre provisória foi instalada na SCI.

Por fim, em 2012 o aeroporto foi concedido à concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, medida que culminou na construção do novo e moderno Terminal de Passageiros, que rendeu ao aeroporto campineiro diversos prêmios de reconhecimento pela eficiência e qualidade nos serviços prestados aos usuários.

Fontes:

https://aeroin.net/nome-do-aeroporto-de-viracopos-pode-ter-surgido-apos-pancadaria-em-quermesse-de-igreja/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto_Internacional_de_Campinas

SCI da Base Aérea de São Paulo (BASP) e Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos

A BASP foi criada pelo decreto Lei n° 3.302 de 22 de maio de 1941 com o nome de 2° CORPO DE BASE AÉREA, sediado no Campo de Marte, no bairro de Santana, na cidade de São Paulo.

Em agosto de 1944, o 2° CORPO DE BASE AÉREA deu origem à BASP, a qual, em virtude do gigantesco desenvolvimento da cidade de São Paulo e atendendo às necessidades técnicas surgidas, foi transferida para os terrenos da Fazenda Cumbica, recém-doada ao Ministério da Aeronáutica pelo Sr. Eduardo Guinle. A instalação da Base Aérea em Cumbica ocorreu exatamente em 26 de janeiro de 1945.

As fotos acima correspondem à Seção Contra Incêndio (SCI) da BASP antes de 1980, ano em que foram iniciadas as obras de construção do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos. Essa edificação era denominada “Hangar de Nariz”, devido ao fato das manutenções das metralhadoras instaladas no nariz das aeronaves B-25 e B-26 serem realizadas nesse local.

As fotos acima correspondem à edificação que serviu de SCI provisória da BASP enquanto o aeroporto estava sendo construído. Ela ficava localizada no antigo Pátio do Posto do Correio Aéreo Nacional (CAN). Em 1994 o Posto CAN foi transferido para o pátio do 4º Esquadrão de Transporte Aéreo (4º ETA) e a INFRAERO reformou e ampliou o antigo pátio do CAN, passando a chama-lo de Pátio VIP (Very Important People). Atualmente a GRU Airport mudou a denominação para pátio 12.

As fotos acima correspondem à SCI construída pela INFRAERO em 1984, na área da BASP, para atender o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, inaugurado 20 em janeiro de 1985.

Em novembro de 2005, pouco antes de ir transferido para o Rio de Janeiro, o Suboficial Bombeiro João Henrique de Santa Rosa Figueiredo, com autorização do Cmt da Cia CI, na época o Tenente Jader Manrique, desenhou e pintou o distintivo da Cia CI da BASP na Torre de Observação da SCI, com apoio dos bombeiros:

  • Darlan Kenji Ymoto;
  • Rodrigo Zamara dos Santos; e
  • Victor Espanhola de Souza.

Como o andaime solicitado estava demorando a chegar, o desenho do distintivo foi realizado utilizando-se cordas e a pintura com o andaime.

As fotos acima correspondem à SCI construída pela GRU Airport em outubro 2015 na área do aeroporto. A construção dessa nova SCI teve como objetivo a melhoraria da operacionalidade e a desvinculação da edificação da área militar.

PACI da Base Aérea de São Paulo (BASP) e Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos

Em 2008, constatou-se que o SESCINC do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos não estava atendendo o tempo-resposta. Em função disso, a INFRAERO construiu um Posto Avançado (PACI) na cabeceira 27.

Em 2012, com a aquisição dos CCI Rosenbauer Panthers 6×6 pela GRU Airport, nova administradora do aeroporto, o tempo-resposta voltou a ser atendido com as viaturas partindo da SCI e o PACI da cabeira 27 foi desativado.

Em maio de 2014, a GRU Airport inaugurou o Terminal de Passageiros 3 com um novo PACI integrado à sua parte inferior. Ele é ativado em momentos estratégicos.

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