SCI da Base Aérea de Salvador e do Aeroporto Internacional de Salvador/BA
Em 1925, o atual município de Lauro de Freitas era distrito de Santo Amaro de Ipitanga, do município de Salvador. Nessa ocasião, a empresa aérea francesa Compagnie Génerale d’Entreprise Aéronautique Latécoère, que operava uma linha entre Buenos Aires e Toulouse, na França, construiu uma série de campos de pouso ao longo do litoral brasileiro para servir de escala técnica para as aeronaves que faziam essa rota. Dentre eles, a Latécoère construiu o campo de pouso de “Santo Amaro do Ipitanga”, próximo ao local do atual aeroporto internacional de Salvador. Com o início da Segunda Guerra Mundial, em 1939, os franceses pararam de utilizar esse campo.
Em 1941, os governos brasileiro e americano assinaram um acordo de cooperação para guerra. A partir daí, o campo de pouso foi reformado e ampliado pela empresa aérea Panair do Brasil, passando a contar com duas pistas, para dar apoio às tropas aliadas. Após a Guerra, o campo de pouso passou para o controle do Ministério da Aeronáutica.
Em 1949, o Aeródromo de Santo Amaro do Ipitanga foi reestruturado para permitir a crescente movimentação de passageiros e cargas. Em 1955, passou a se chamar Aeroporto Dois de Julho, em homenagem à independência da província da Bahia e à consolidação da independência do Brasil.
Em 07 de janeiro de 1974, a Infraero assume a gestão do aeroporto. A partir daí ela realiza uma série de melhorias. Em 1998, o aeroporto passou a se chamar Aeroporto Internacional de Salvador – Deputado Luís Eduardo Magalhães, em homenagem ao filho do ex-senador Antonio Carlos Magalhães, poderoso articulador político brasileiro. No entanto, a mudança polêmica do nome do aeroporto causou revolta em parte do povo baiano e uma boa parte dos habitantes de Salvador continua a chamá-lo por “2 de Julho”, data mais importante da história da Bahia e comemorada em desfile cívico no centro de Salvador.
Em 28 de julho de 2017, após vencer o leilão, o aeroporto foi concedido à empresa francesa Vinci Airports. Num primeiro momento a administração foi realizada em conjunto com a Infraero e, em 2018, a Vinci Airports assumiu totalmente a administração.
Inicialmente, o serviço de bombeiros foi iniciado pelos militares americanos. Com o final da 2ª Guerra, o serviço passou a ser realizado exclusivamente pelos Bombeiros do então Ministério da Aeronáutica sediados na Base Aérea de Salvador. Em 1992, a Infraero celebrou um convênio com o Corpo de Bombeiros do Estado da Bahia e eles assumiram o serviço. Em março de 2020, com o aeroporto já concedido à iniciativa privada, a Vinci Airports passa a executar o serviço de salvamento e combate a incêndio em aeronaves com bombeiros pertencentes ao seu quadro de funcionários (bombeiro orgânico). E, em setembro de 2024, a Vinci Airports terceiriza o serviço.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto_Internacional_de_Salvador
SCI da Base Aérea de Belém e do Aeroporto Internacional de Belém/PA
A história do aeroporto internacional de Belém tem início em 1934, ocasião em que a então Diretoria de Aeronáutica Civil, órgão do Ministério da Viação e Obras Públicas, construiu no bairro Val-de-Cans uma pista de terra, um pátio de estacionamento e um hangar de estrutura em concreto para a Aviação Militar, que instalou o Núcleo do 7º Regimento de Aviação, precursor da Base Aérea de Belém (BABE), em julho de 1936.
Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, os EUA, em acordo com o governo brasileiro, ocuparam as instalações da base militar em Val-de-Cans e construíram duas pistas de 1500 x 45 m com estrutura de concreto e revestimento asfáltico, além de instalações aeroportuárias para atender a aviação civil e militar. Após o fim da Guerra, a Base Aérea de Val-de-Cans foi entregue ao Ministério da Aeronáutica que construiu uma estação de passageiros em 1958. E em 1959, foi inaugurado o Aeroporto Internacional de Belém, sendo administrado pelo Departamento de Aviação Civil (DAC). Em 1974, a INFRAERO passou a administrar o aeroporto e, em agosto de 2022, a empresa NOA (Norte da Amazônia Airports) ganhou a licitação pública passando a administrar o aeroporto em setembro de 2023.

Por se tratar de um aeroporto compartilhado, o Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio no Aeroporto Internacional de Belém era executado pelos Bombeiros da Aeronáutica sediados na BABE. Em 1992, a Infraero firmou um Convênio com o Corpo de Bombeiros Militar do Pará, transferindo a essa corporação, o serviço de bombeiros do aeroporto. Eles ocuparam a SCI da BABE até agosto de 1992, quando eles passaram a ocupar a nova SCI construída pela Infraero. Após a privatização, a NOA manteve o convênio com o Corpo de Bombeiros Militar do Pará até 30 de junho de 2024, quando terceirizou o serviço.
Colaboração: Dominique de Jesus Maia Pantoja;
Fontes:
https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-belem/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto_Internacional_de_Bel%C3%A9m
SCI do Aeroporto de Campina Grande/PB
O Aeroporto de Campina Grande foi inaugurado em 1940. Ele era o único campo de pouso da região e era utilizado para receber cargas em voos comerciais das empresas aéreas LAP – Linhas Aéreas Paulista e do Lóide Aéreo Nacional.
Em 2020, a Aena Brasil assumiu a gestão do aeroporto com o compromisso de melhorar e ampliar a infraestrutura aeroportuária.
Desde a implantação da SCI, o Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio no aeroporto vem sendo realizado por bombeiros do Corpo de Bombeiros Militar do Estado da Paraíba.
http://museumilitarpanambi.com.br/














