São veículos destinados a transitar atrelados a um veículo à motor. No caso do SESCINC, os reboques (chamados de carretinhas) transportam equipamentos.
Carretinha de Pó Químico Minimax – 1969
Denominação: Carretinha de pó químico;
Ano de Fabricação: 1969;
Fabricante: Minimax – Alemanha;
Quantidade de Pó Químico: 250 kg em um único reservatório;
Quantidade de Mangotinhos: 02 (acondicionados em compartimento retangular);
Comandos: Manuais;
Operação: Por 4 bombeiros.
Histórico:
Nos anos 60, o então Ministério da Aeronáutica adquiriu várias carretinhas de pó químico da empresa alemã Minimax para equipar os aeródromos militares e os principais aeroportos do país. Elas eram rebocadas por veículos leves e rápidos, como os jeeps. Esse fato fazia com que a carretinha de PQ, muitas vezes, fosse o primeiro equipamento de combate a incêndio a chegar ao local do acidente. Além disso, nos casos em que o acidente ocorria em locais de difícil acesso para os CCI, ela era o único recurso capaz de chegar ao local do acidente. Esses equipamentos ficaram em operação até o início da década de 90.
Esse equipamento está exposto no Museu Militar Brasileiro, na cidade de Panambi/RS.
http://museumilitarpanambi.com.br/
Colaboração: Jorge Tupinambá Davi.
Carretinha de Pó Químico Total-Walther
Denominação: Carretinha de Pó Químico.
Ano de Fabricação: Década de 60.
Fabricante: Total-Walther – Alemanha.
Quantidade de Pó Químico: 250 kg em um único reservatório.
Quantidade de Mangotinhos: 02.
Comandos: Manuais.
Operação: Por 4 bombeiros.
Histórico:
Nos anos 60, o então Ministério da Aeronáutica adquiriu várias carretinhas de pó químico da empresa alemã Total-Walther para equipar os aeródromos militares e os principais aeroportos do país. Elas eram rebocadas por veículos leves e rápidos, como os jeeps. Esse fato fazia com que a carretinha e PQ, muitas vezes, fosse o primeiro equipamento de combate a incêndio a chegar ao local do acidente. Além disso, nos casos em que o acidente ocorria em locais de difícil acesso para os CCI, ela era o único recurso capaz de chegar ao local do acidente. No caso específico desse equipamento, no qual o reservatório de PQ ficava na horizontal, era necessário desengatar o reboque e colocar o reservatório na posição vertical para realizar a operação. Esses equipamentos ficaram em operação até o início da década de 90.
Colaboração: Jorge Tupinambá Davi.
Carretinha de Transporte de Kit de Balizamento de Emergência
Carretinha adaptada pelos bombeiros do PAMA-LS para transportar as latas do Kit de Balizamento de Emergência , fotografada em 2006.

Carretinha adaptada pela INFRAERO para transportar o Kit de Balizamento de Emergência do Aeroporto Internacional de Salvador, fotografada em 2006.

Carretinha adaptada pela INFRAERO para transportar o Kit de Balizamento de Emergência do Aeroporto Internacional de Recife, fotografada em 2006.

Carretinha de LGE Kaefy
Denominação: Carretinha de LGE;
Ano de Fabricação: 2003;
Fabricante: Kaefy – Brasil;
Quantidade de LGE: 2.000 litros;
Quantidade de Mangotinhos: 02 (01 para enchimento do CCI e outro para esvaziamento);
Comandos: Manuais;
Motor: Honda 5.5 GX160 – 4 temposOperação: Por 1 bombeiro.
Histórico:
Em 2003, a Regional São Paulo da Infraero adquiriu algumas carretinhas de LGE para seus aeroportos. O objetivo era proporcionar um meio rápido de reabastecer os CCI com LGE no local da emergência. Ela também permitia a retirada rápida do LGE do CCI nos casos de manutenção. Entretanto, a carretinha do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos apresentou dois graves problemas: O primeiro foi a soltura do revestimento interno do tanque em contato com o LGE, e o segundo, a falta de quebra-ondas. Esses dois fatores impediram que a carretinha fosse colocada em uso.
Carretinha do Barco da Cia CI da Base Aérea de São Paulo / Aeroporto Internacional de São Paulo
Em 2000, a Companhia Contra-Incêndio da Base Aérea de São Paulo recebeu por doação um barco para atuar nas operações de prevenção e salvamento aquático. Para transportá-lo, os bombeiros conseguiram, também por doação, uma carretinha de transporte de carga. E para tornar possível o transporte seguro do barco, o Sr Gerson Pires de Oliveira, da empresa de manutenção veicular Clever, com orientação do então Sgt João Henrique de Santa Rosa Figueiredo, instalou suportes na carretinha.
Abaixo uma das equipes que atuava na prevenção e salvamento aquático.





























