CCI – De 1980 a 1999

AC-1 Argos Toyota

Denominações: AR-1, AC-1

Ano de Fabricação: Década de 80.

Fabricante: Argos Carros de Bombeiro e Veículos Especializados Ltda. (Brasil)

Chassi: Toyota.

Combustível: Diesel

Quantidade de Água: Desconhecida.

Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): Desconhecida.

Vazão da Bomba: Desconhecida

Canhão de Água/Espuma

  • Vazão: Desconhecida
  • Alcance: Desconhecida

Comandos: Mecânicos.

Equipagem: 2 bombeiros.

Histórico

No início da década de 80 a empresa Argos construiu esse CCI para atender a necessidade do então Ministério da Aeronáutica, para equipar os aeródromos militares com carros de mobilidade rápida. A função desses veículos era a de iniciar o combate a incêndio em acidentes aeronáuticos para que os carros contraincêndio de ataque pesado, que eram veículos mais lentos, dessem continuidade ao combate quando chegassem. 

AC-1 Cimasa Toyota

Denominações: AR-1, AC-1

Ano de Fabricação: 1982 e 1983.

Fabricante: Cimasa. (Brasil)

Chassi: Toyota.

Combustível: Diesel

Quantidade de Água: 680 litros.

Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): 70 litros.

Quantidade de Pó Químico (PQ): 100 kg dividido em 2 recipientes de 50 kg.

Vazão da Bomba: Desconhecida

Canhão de Água/Espuma

  • Vazão: Desconhecida
  • Alcance: Desconhecida

Comandos: Mecânicos.

Guincho: Hidráulico Capacidade: Desconhecida

Equipagem: 2 bombeiros.

Histórico

No início da década de 80 a empresa Cimasa construiu esse CCI para atender a necessidade do então Ministério da Aeronáutica, para equipar os aeródromos militares com carros de mobilidade rápida. A função desses veículos era a de iniciar o combate a incêndio em acidentes aeronáuticos para que os carros contraincêndio de ataque pesado, que eram veículos mais lentos, dessem continuidade ao combate quando chegassem.

AC-3 Cimasa 80

Denominações: AR-2, AC-3 e Tipo-2.

Ano de Fabricação: 1983 a 1989.

Fabricante: CIMASA – Brasil.

Chassi: Mercedes Benz 1316 (no período de 1983 a 1987) e 1317 (em 1989).

Combustível: Diesel

Quantidade de Água: 1.200 litros.

Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): 150 litros.

Quantidade de Pó Químico: 100 kg distribuídos em 2 extintores de 50 kg.

Vazão da Bomba: 250 GPM a 10 Kgf/cm² (946 LPM a 10 Kgf/cm²).

Canhão de Água/Espuma

  • Vazão: 900 LPM.
  • Alcance: 38 m (com água).

Comandos: Manuais.

Guincho: 3.000 kg e acionamento hidráulico.

Equipagem: 3 bombeiros.

Histórico

Esse CCI da CIMASA foi adquirido pela Diretoria de Engenharia da Aeronáutica (DIRENG) e distribuído, naquela época, aos Serviços de Salvamento e Combate a Incêndio (SESCINC) operados pela Força Aérea Brasileira (FAB) nos aeródromos militares e compartilhados (aeroportos que compartilham sua pista de pouso e decolagem com organizações militares da Aeronáutica) com a INFRAERO. Por se tratar de uma viatura simples e de fácil operação, a DIRENG adquiriu vários desses veículos. Entretanto, devido à falta de padronização para as revitalizações, cada empresa revitalizadora executou o serviço como melhor lhe convinha, deixando esses CCI com diferenças significativas entre si.

As principais mudanças com a revitalização foram:

  • Substituição do mangotinho de água e espuma por uma linha de mangueira;
  • Substituição do canhão com defletor por um regulável;
  • Instalação de portas nos compartimentos de alguns CCI;
  • Transformação de comandos manuais para comandos pneumáticos;
  • Retirada do guincho;
  • Incorporação do tanque de LGE ao tanque de água, passando o CCI a ter 1.350 litros de água e instalação de um novo tanque de LGE com capacidade de 210 litros.

Em 1991, com a desvinculação da INFRAERO do Ministério da Aeronáutica e a progressiva substituição dos bombeiros da Força Aérea por bombeiros das corporações estaduais, a INFRAERO passou a administrar toda frota de veículos existente nos SESCINC de seus aeroportos, incluindo os AC-3 CIMASA.

AC-3 Argos

Denominações: AR-2, AC-3

Ano de Fabricação: Década de 80

Fabricante: Argos Carros de Bombeiro e Veículos Especializados Ltda. (Brasil)

Chassi: Mercedes Benz 1316

Combustível: Diesel

Quantidade de Água: 1.200 litros

Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): 150 litros.

Quantidade de Pó Químico: 250 kg em um único reservatório

Vazão da Bomba: 250 GPM

Canhão de Água/Espuma

  • Vazão: 900 LPM
  • Alcance: 38 m (com água).

Comandos: Mecânicos e Pneumáticos

Equipagem: 3 bombeiros

Histórico

Na década de 80, a Argos desenvolveu esse CCI para atender os anseios da Diretoria de Engenharia da Aeronáutica (DIRENG) em ter uma empresa nacional que fabricasse veículos de combate a incêndio obedecendo aos requisitos técnicos internacionais. Entretanto, problemas de estrutura industrial a impediu a empresa de chegar aos anos 90.

AP-1 CIMASA

Denominações: AP-1, Tipo-3

Ano de Fabricação: Década de 80

Fabricante: CIMASA – Brasil

Chassi: Scania 112 H

Combustível: Diesel

Quantidade de Água: 3.500 litros

Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): 420 litros

Quantidade de Pó Químico: 100 kg distribuídos em 2 reservatórios de 50 kg.

Vazão da Bomba: 1.000 GPM a 10,5 kgf/cm².

Vazão Alta do Canhão: 3.000 LPM.

Vazão Baixa do Canhão: 2.000 LPM.

Canhão de Água/Espuma

  • Alcance com Vazão Alta: 50 m (com água).
  • Alcance com Vazão Baixa: 40 m (com água).

Comandos: Eletropneumáticos

Equipagem: 3 bombeiros

Histórico

Já no início da década de 80, a CIMASA se mostra uma empresa com capacidade tecnológica para desenvolver os CCI de Ataque Principal para a Diretoria de Engenharia da Aeronáutica (DIRENG), apresentando 2 modelos: o AP-1 com 3.500 litros de água e o AP-2 com 6.000 litros.

O AP-1 foi adquirido com o objetivo de equipar o SESCINC dos principais aeroportos do país, que na época eram operados por bombeiros de aeródromo da Força Aérea Brasileira. Ele possuía dois motores, um principal para deslocamento do CCI e outro estacionário, para operação da bomba contra incêndio. Essa característica possibilitava o acionamento da bomba contra incêndio com o veículo ainda em movimento, permitindo o início do combate a incêndio de forma imediata, assim que o veículo chegasse ao local do acidente.

Em 1991, com a desvinculação da INFRAERO do Ministério da Aeronáutica e a progressiva substituição dos bombeiros da Força Aérea por bombeiros das corporações estaduais, a INFRAERO passou a administrar toda frota de veículos existente nos SESCINC de seus aeroportos, incluindo os AP-1 CIMASA.

AP-2 Cimasa

Denominações: AP-2, Tipo-4

Ano de Fabricação: 1984

Fabricante: CIMASA – Brasil

Chassi: Scania 142 E

Combustível: Diesel

Quantidade de Água: 6.000 litros

Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): 720 litros

Quantidade de Pó Químico: 100 kg distribuídos em 2 reservatórios de 50 kg.

Vazão da Bomba: 1000 GPM a 150 PSI.

Canhão de Água/Espuma

  • Vazão Alta: 3650 LPM.
  • Vazão Baixa: 1800 LPM.
  • Alcance com Vazão Alta: 65 m (com água).
  • Alcance com Vazão Baixa: 55 m (com água).

Comandos: Eletropneumáticos

Equipagem: 3 bombeiros

Histórico

Esse CCI foi adquirido pela Diretoria de Engenharia da Aeronáutica (DIRENG) na década de 80 com o objetivo de equipar o SESCINC dos principais aeroportos do país, que na época eram operados por bombeiros de aeródromo da Força Aérea Brasileira (FAB). Ele possui dois motores, um principal para deslocamento do CCI e outro estacionário, para operação da bomba contra incêndio. Essa característica possibilitava o acionamento da bomba contra incêndio com o veículo ainda em movimento, permitindo o início do combate a incêndio de forma imediata, assim que o veículo chegasse ao local do acidente. Em 1991, com a desvinculação da INFRAERO do Ministério da Aeronáutica e a progressiva substituição dos bombeiros da Força Aérea por bombeiros das corporações estaduais, a INFRAERO passou a administrar toda frota de veículos existente nos SESCINC de seus aeroportos, incluindo os AP-2 CIMASA

PROTÓTIPO DO AP-2 Cimasa

Antes de iniciar a fabricação dos CCI AP-2 6×6, a Cimasa montou um protótipo para execução dos testes exigidos pela DIRENG. Somente após a aprovação nos testes, a empresa fabricou os veículos.

https://www.lexicarbrasil.com.br/cimasa/

AP-2 Verolme

  • Denominações: AP-2 São Bernardo (AP-1 após revitalização)
  • Ano de Fabricação: 1985
  • Fabricante: VEROLME – Brasil
  • Chassi: Scania 111 (chassi customizado)
  • Combustível: Diesel
  • Quantidade de Água: 6.000 litros (4.500 litros após a revitalização)
  • Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): 750 litros
  • Quantidade de Pó Químico: 100 kg distribuídos em 2 reservatórios de 50 kg.
  • Vazão da Bomba: 4.000 LPM.
  • Canhão de Água/Espuma Superior
  • Vazão: Desconhecido.
  • Alcance: 60 m.
  • Comandos: Manuais e Pneumáticos.
  • Equipagem: 3 bombeiros
  • Histórico

Os AP-2 Verolme foram desenvolvidos na década de 80. Entretanto, alguns exemplares foram montados nos chassis Scania 1976 que foram devolvidos pela empresa Jamy. Por isso algumas dessas viaturas possuem o prefixo de ano 76.

Em 1991, com a desvinculação da INFRAERO do Ministério da Aeronáutica e a progressiva substituição dos bombeiros da Força Aérea por bombeiros das corporações estaduais, a INFRAERO passou a administrar toda frota de veículos existente nos SESCINC de seus aeroportos, incluindo os AP-2 VEROLME. E numa tentativa de melhorar a superestrutura desses CCI, a INFRAERO revitalizou esses veículos, tendo reduzido sua capacidade de água para 4.500 litros, rebaixando-o para a categoria de AP-1.

No início dos anos 2.000, após a aquisição de viaturas mais modernas para seus aeroportos, a INFRAERO devolveu esses CCI para a Aeronáutica que, por sua vez, os cedeu para o SESCINC de alguns aeroportos de menor porte.

Ainda dentro do processo de busca de uma empresa nacional para desenvolvimento de CCI de Ataque Principal, a VEROLME desenvolveu um AP-2 para a DIRENG com base nas especificações técnicas internacionais, com o objetivo de equipar o SESCINC dos principais aeroportos do país, que na época eram operados por bombeiros de aeródromo da Força Aérea Brasileira (FAB). A DIRENG adquiriu alguns desses CCI ao longo da década de 80. Entretanto, esse CCI apresentou muitas falhas operacionais.

AC-3 Cimasa 90

Denominações: AR-2, AC-3 e Tipo-2

Ano de Fabricação: Década de 90

Fabricante: CIMASA – Brasil

Chassi: Mercedes Benz 1418

Combustível: Diesel

Quantidade de Água: 1.500 litros

Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): 192 litros

Quantidade de Pó Químico: 100 kg distribuídos em 2 extintores de 50 kg.

Vazão da Bomba: 250 GPM a 10 Kgf/cm² (946 LPM a 10 Kgf/cm²).

Canhão de Água/Espuma

  • Vazão: 900 LPM
  • Alcance: 38 m (com água).

Comandos: Pneumáticos

Equipagem: 3 bombeiros

Histórico

Nos anos 90, com o objetivo de renovar a frota de CCI dos SESCINC dos aeródromos militares e daqueles atendidos pelo Programa Federal de Auxilio a Aeroportos (PROFAA), a Diretoria de Engenharia da Aeronáutica (DIRENG) iniciou a aquisição de CCI AC-3 CIMASA montado em chassis Mercedes Benz modelo 1418, provido de comandos pneumáticos para a operação da superestrutura de combate a incêndio.

AP-4 E-One Titan 6×6

Denominações: AP-4 Titan, Tipo-5 Titan

Ano de Fabricação: 1994

Fabricante: Emergency-One (EUA)

Chassi: Customizado

Combustível: Diesel

Transmissão: Automática

Quantidade de Água: 11.355 litros

Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): 1.514 litros

Quantidade de Pó Químico: 227 kg.

Vazão da Bomba: 1.800 GPM (6.813 LPM).

Canhão de Água/Espuma Superior

  • Vazão Alta: 1.500 GPM (5.678 LPM).
  • Vazão Baixa: 750 GPM (2.839 LPM).
  • Alcance: 70 m em vazão alta (com água).
  • Alcance: 65 m em vazão baixa (com água).

Comandos: Eletropneumáticos e Manuais

Equipagem: 3 bombeiros

Histórico

Em 1994, a INFRAERO iniciou seu programa de renovação da frota de CCI de seus aeroportos, adquirindo 25 CCI AP-4 Emergency-One Titan 6×6, providos de um tanque de água com capacidade de 11.355 litros, para substituir os CCI AP-2 CIMASA, que eram da década de 80 e possuíam apenas 6.000 litros de água. Esses veículos foram os primeiros CCI do Brasil providos de um tanque de água com capacidade superior a 10.000 litros.

Quando os Titans entraram em operação, os SESCINC dos principais aeroportos do país sofreram redução na sua frota de CCI e, consequentemente, ocorreu, também, a redução da quantidade de bombeiros nas equipes de serviço. Isto preocupou sobremaneira os bombeiros de aeródromo, principalmente os bombeiros da Base Aérea de São Paulo que atuavam no aeroporto internacional de São Paulo, cujo movimento de aeronaves de grande porte aumentava diariamente. Com base nesses fatos, os bombeiros da BASP encaminharam à DIRENG (Órgão Central do Sistema Contraincêndio na época) alguns relatórios expondo a preocupação com a diminuição do efetivo de bombeiros ocorrida com a introdução dos CCI AP-4 Titan, frente a enorme quantidade de pessoas que eram transportadas pelas aeronaves de grande porte. Para suprir essa deficiência, a DIRENG introduziu em 2001 o Carro de Resgate e Salvamento (CRS), com uma equipagem de 5 bombeiros.

Com o início do processo de privatização dos aeroportos da INFRAERO, alguns CCI Titan passaram a fazer parte da frota de veículos do SESCINC das empresas que venceram as licitações.

AP-4 E-One TITAN 6×6 DO AEROPORTO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE/RN

No dia 22 de agosto de 2011, o Consórcio Inframérica Aeroportos venceu o leilão do novo Aeroporto Internacional de Natal, localizado no município de São Gonçalo do Amarante/RN, que na época ainda estava em construção. O Consórcio terminou a construção e inaugurou o aeroporto em 31 de maio de 2014.

Em 6 de fevereiro de 2012, a Inframérica venceu o leilão do Aeroporto Internacional de Brasília e, em 2013, adquiriu 3 CCI Tipo 5 Rosenbauer Panther 6×6 MK-8 para substituir os CCI AP-4 Emergency-One Titan 6×6. Duas dessas viaturas Titan foram enviadas para Dallas, no Texas/EUA, com o objetivo de serem reformados para equiparem o novo Aeroporto Internacional de Natal que seria inaugurado em 2014. Nessa reforma, foram instalados canhões inferiores no para-choque dianteiro das viaturas, e os canhões superiores providos de defletores (chamados popularmente de bico de pato) que formavam jatos na forma compacta e em leque, foram substituídos por canhões reguláveis que formam jatos na forma compacta e em chuveiro.

Canhão de Água/Espuma Superior

  • Vazão Alta: 6.000 LPM.
  • Vazão Baixa: 3.000 LPM.
  • Alcance: 70 m em vazão alta (com água).
  • Alcance: 35 m em vazão baixa (com água).

Canhão de Água/Espuma Superior

  • Vazão: 4.000 LPM.
  • Alcance: 45 m.

AP-4 E-One TITAN 6×6 DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE VIRACOPOS – CAMPINAS/SP QUE VIROU MONUMENTO

Os CCI Titans adquiridos pela INFRAERO em 1994 são um marco na proteção contraincêndio dos aeródromos brasileiros. Foram os primeiros CCI com mais de 10.000 litros de água a entrar em operação no Brasil. O CCI 94 DOSA 006 foi preservado pelo Gerente do SESCINC do Aeroporto Internacional de Viracopos/Campinas e está exposto em frente à SCI.

AP-4 E-One TITAN 6×6 DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE CABO FRIO/RJ

Em 2009, a empresa Costa do Sol, administradora do Aeroporto Internacional de Cabo Frio, adquiriu um CCI AP-4 Emergency-One Titan 6×6 para aumentar a capacidade de extinção de incêndio de seu SESCINC. Essa viatura já veio provida de canhão inferior.

Ano de Fabricação: 1987

Quantidade de Água: 12.000 litros

Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): 1.600 litros

Quantidade de Pó Químico: 200 kg divididos em 4 sistemas de 50 kg.

Vazão da Bomba: 1.800 GPM (6.813 LPM).

Canhão de Água/Espuma Superior

  • Vazão Alta: 5.678 LPM.
  • Vazão Baixa: 2.839 LPM.
  • Alcance: 70 m em vazão alta (com água).
  • Alcance: 65 m em vazão baixa (com água).

Canhão de Água/Espuma Inferior

  • Vazão: 4.000 LPM.
  • Alcance: 45 m.

Comandos: Eletropneumáticos e Manuais

AC-4 TH Brasil

Denominações: AR-2, AC-4 e Tipo-2.

Ano de Fabricação: 1998 e 1999.

Fabricante: TH-Brasil. (Brasil)

Chassi: Mercedes Benz 1418.

Combustível: Diesel

Quantidade de Água: 2.000 litros.

Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): 270 litros.

Quantidade de Pó Químico: 204 kg em um único reservatório.

Vazão da Bomba: 500 GPM a 10,5 Kgf/cm² (1.946 LPM).

Canhão de Água/Espuma

  • Vazão: 900 LPM.
  • Alcance: 40 m (com água).

Comandos: Pneumáticos.

Guincho: 5.000 kg e acionamento elétrico.

Equipagem: 3 bombeiros.

Histórico

Dando continuidade ao seu programa de renovação da frota de CCI dos seus aeroportos, em 1998 e 1999 a INFRAERO adquiriu 20 CCI AC-4 TH-Brasil, providos de um tanque de água com capacidade de 2.000 litros, para substituir os CCI AC-3 CIMASA, que eram da década de 80 e possuíam apenas 1.200 litros de água.

Apesar de ter aumentado a capacidade de agentes extintores, a capacidade de acondicionamento dos equipamentos de salvamento diminuiu, pois o AC-4 TH-Brasil só possuía 2 pequenos compartimentos que não comportava nem a metade dos equipamentos existentes no AC-3 CIMASA.

No SESCINC da BASP, que atuava no Aeroporto Internacional de São Paulo, os bombeiros, juntamente com os mecânicos da empresa CLEVER (empresa que prestava serviço de manutenção das viaturas de bombeiros do aeroporto), instalaram um compartimento em cima do CCI e realizaram o trabalho de adaptação dos 2 compartimentos existentes para receber vários equipamentos de salvamento, emergência química, APH, combate a incêndio e captura de animais.

Os responsáveis pela adaptação foram:

  • João Henrique de Santa Rosa Figueiredo – Bombeiro da BASP;
  • Sr Gerson Pires de Oliveira – Mecânico da CLEVER; e
  • Sr André Luiz de Oliveira – Mecânico da CLEVER.

AC-3 Rontan Gascom 4×4

Denominações: AR-2, AC-3, Tipo-2

Ano de Fabricação: 1999

Fabricante: Rontan Gascom (Brasil)

Chassi: Mercedes Benz – 1418

Combustível: Diesel

Quantidade de Água: 1.500 litros

Quantidade de Líquido Gerador de Espuma (LGE): 192 litros.

Quantidade de Pó Químico: 100 kg distribuídos em 2 reservatórios de 50 kg.

Vazão da Bomba: 500 GPM a 180 psi (1.900 LPM a 12,5 kgf/cm²).

Canhão de Água/Espuma

  • Vazão: 900 LPM.
  • Alcance: 38 m (com água).

Comandos: Pneumáticos

Equipagem: 3 bombeiros

Histórico

Em 1999, ainda dentro da filosofia de renovar e modernizar a frota de CCI dos SESCINC dos aeródromos militares e daqueles atendidos pelo Programa Federal de Auxilio a Aeroportos (PROFAA), a Diretoria de Engenharia da Aeronáutica (DIRENG) adquiriu os CCI AC-3 Rontan Gascom, garantindo assim, a proteção e a segurança necessária à operação de aeronaves nesses aeródromos.

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